Chega às livrarias brasileiras em julho a edição nacional de Hotel Termush, clássico incontornável da ficção científica nórdica escrito por Sven Holm. Publicado originalmente em 1967, o romance apresenta um futuro devastado por um desastre apocalíptico, em que os únicos a manter o luxo e o conforto são os hóspedes do exclusivo resort à beira-mar que dá nome ao livro.
Enquanto o mundo lá fora sucumbe à contaminação e à morte, no Termush o clima permanece artificialmente leve: há comida farta, música ambiente e diversão garantida para aqueles que reservaram seus quartos com antecedência. Mas a frágil bolha de privilégio começa a rachar quando sobreviventes do lado de fora aparecem, e a gerência do hotel decide agir para manter a ordem e o controle.
Obra mais conhecida do autor dinamarquês Sven Holm, Hotel Termush discute temas como privilégio, pertencimento e compaixão em uma alegoria que continua atual e perturbadora, mais de cinquenta anos após seu lançamento.
Publicada pela Aleph, a edição tem acabamento em capa dura e conta com projeto gráfico de Giovanna Cianelli. A tradução é de Kristin Lie Garrubo.
“Um clássico: impressionante, perigoso, sombriamente belo.”
Jeff VanderMeer
Sobre o livro
O apocalipse é realidade; o mundo está devastado. Contudo, para um grupo de super-ricos, a contaminação externa é apenas uma inconveniência, já que todos reservaram quartos com antecedência e estão abrigados no luxuoso Hotel Termush, um resort costeiro que oferece música ambiente, farta comida e muita diversão.
Do lado de fora, a poeira cobre o que restou, enquanto pássaros continuam a cair mortos do céu. No Termush, porém, a vida segue sem preocupação. Quer dizer, até que outros sobreviventes começam a ser encontrados para além dos portões. A gerência passa, então, a censurar notícias e sedar hóspedes — a generosidade inicial parece estar terminando.
Clássico incontornável da narrativa pós-apocalíptica, Hotel Termush é a obra mais conhecida da ficção científica nórdica. Publicado em 1967, trabalha de maneira ímpar ideias de privilégio, pertencimento e, sobretudo, compaixão.











