Cineasta visionária, Sofia Coppola é conhecida por sua sensibilidade apurada e por construir universos íntimos e melancólicos em cada obra. Seus filmes, como As virgens suicidas(1999) e Maria Antonieta(2006), exploram a juventude, o isolamento e a identidade com uma estética marcante e profundamente autoral. Seu olhar sobre o feminino e o tempo se desdobra em imagens quase oníricas, tornando sua filmografia imediatamente reconhecível.
Agora, a partir de uma entrevista da diretoraà Elle, conseguimos descobrir outro lado de Sofia Coppola: a literatura. Quais livros ajudaram a moldar sua visão de mundo? Quais histórias ecoam nos bastidores de seus roteiros e escolhas visuais? Entre páginas clássicas e leituras contemporâneas, encontramos pistas sobre suas inspirações criativas e os autores que habitam seu imaginário.
“Trilogia de Copenhaguen”, de Tove Ditlevsen [trad. Heloisa Jahn e Kristin Lie Garrubo]
“Eu estava andando por aí como se estivesse em transe no dia em que terminei.”
“Estou feliz que minha mãe morreu”, de Jennette McCurdy [trad. Soraya Borges de Freitas]
“Não consegui largar. Foi tão comovente, engraçado e esperançoso ver como alguém pôde emergir daquele trauma, daquele caos, e se encontrar como artista.”
“Spring Snow”, de Yukio Mishima [sem edição no Brasil]
“Uma bela história de amor trágica ambientada no período Taishō no Japão.”
“Anna Kariênina”, de Liev Tolstói [trad. Rubens Figueiredo]
“Eu amo uma história de amor trágica e uma mulher com o coração dilacerado.”
“As virgens suicidas”, de Jeffrey Eugenides [trad. Daniel Pellizzari]
“Eu li e amei. Parecia que Jeffrey Eugenides realmente compreendia a experiência de ser adolescente: o anseio, a melancolia, o mistério entre meninos e meninas.”















