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Beyoncé no encarte do álbum “Renaissance” (2022) | Divulgação

5 livros para fãs de Beyoncé

Se você sobreviveu ao “Lemonade”, dançou com “Renaissance” e se emocionou com “Cowboy Carter”, esses livros são para você

Beyoncé não é só uma artista, ela é um estado de espírito. Uma força criativa que mistura vulnerabilidade e poder, ancestralidade e futuro, amor e revolução. Seus álbuns contam histórias que atravessam gerações, corpos, territórios, e é exatamente isso que a literatura também pode fazer.

Nesta lista, reunimos livros que conversam e dialogam com as obras da multiartista, revelando suas referências e colaboradores mais próximos. Prepare seu ventilador, aumente o som e encontre sua próxima leitura.

“Bendita seja a filha criada por uma voz em sua cabeça”, de Warsan Shire [trad. Laura Assis

Capa de Bendita seja a filha criada por uma voz em sua cabeça

Colaboradora de Beyoncé em Lemonade (2016) e Black Is King (2020), Warsan Shire explora cultura, religião, diáspora e identidade no seu primeiro livro de poesias.

“Malcolm X Fala”, de Malcolm X [trad. Marilene Felinto]

O ativista teve um de seus discursos sampleados pela artista em Don’t Hurt Yourself, então seria impossível deixar de fora da lista esta coletânea de falas de Malcolm X feitas entre 1964 e 1965.

“Sejamos todos feministas”, de Chimamanda Ngozi Adichie [trad. Cristina Baum]

Adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, este livro inspirou Beyoncé no seu disco autointitulado e ainda levou Chimamanda a ser um feat na faixa ***Flawless.

“What Will It Take To Make a Woman President”, de Marianne Schnall [sem edição no Brasil]

Este é uma recomendação direta da própria artista, que disse que “adoraria que meus fãs mais jovens lessem este livro. […] Elas vão te inspirar a ser uma líder melhor.” Vale lembrar que Beyoncé foi parte ativa na campanha de Kamala Harris à presidência dos Estados Unidos em 2024.

“And the Category Is…”, de Ricky Tucker [sem edição no Brasil]

Carta de amor à cultura LGBTQIA+ negra e latina, revela o impacto e o legado do ballroom, espaço onde a juventude queer encontra pertencimento. Central na construção do Renaissance, o livro reconhece e homenageia essa cultura vibrante, muitas vezes invisibilizada, que molda a arte, a moda e o pop.

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